Wolfenstein (2009) – Nazistas e Misticismo no shooter da id Software

Alguns de vocês devem conhecer o movimento Jogo Justo, que visa alterar a categorização dos games para efeitos de taxação (hoje eles estão na categoria de jogos de azar, o que faz com que sejam mais taxados que armas, só pra se ter uma idéia). Uma das iniciativas deste movimento foi criar o “dia do Jogo Justo” – um dia onde alguns títulos seriam vendidos ao preço “sem imposto” em algumas lojas, com a finalidade de levantar dados para convencer as autoridades competentes que esse é um mercado com potencial real no Brasil e merece certa atenção.

Na véspera do “Dia do Jogo Justo”, a rede Walmart (que tem apoiado o movimento desde o início) resolveu fazer uma “prévia”, lançando mão de alguns títulos mais antigos a preços bem interessantes. Enquanto muitos reclamavam dos títulos disponíveis, eu aproveitei pra matar a minha curiosidade e comprar Wolfenstein para PS3 por justos R$ 55,00 (aproximadamente). Confesso que foi um dinheiro muito bem gasto!

A série Wolfenstein

Antes de mais nada, acho que vale a pena passar um pouco do background desta amada série de matar nazistas.

A série começou em 1981 (coincidentemente o ano em que nasci) com um jogo de Apple II chamado Castle Wolfenstein. O jogo possui gráficos tosquíssimos e se trata de um jogo de ação stealth (ou seja, você deve chegar ao seu objetivo sem chamar a atenção dos inimigos), onde um soldado americano deveria infiltrar-se no Castelo Wolfenstein e roubar os planos dos nazistas. O segundo jogo da série foi lançado em 1984 com o nome Beyond Castle Wolfenstein, possuía gráficos e jogabilidade semelhantes às do primeiro game. A trama de Beyond Castle Wolfenstein é levemente inspirada na histórica Operação: Valkyria e consistia em plantar uma mala com bombas num bunker secreto onde Hiltler faria uma reunião com o alto escalão do exército germânico.

Em 1992 nós temos o lançamento do jogo mais importante da série e, definitivamente, um dos jogos mais importantes da história dos games: Wolfenstein 3D. Muitos consideram Wolf3d (como era chamado por muitos jogadores na época) o primeiro FPS (First-Person-Shooter, ou “jogo de tiro em primeira pessoa” em uma tradução livre), embora alguns defendam que já havia jogos no estilo desde a década de 70. De qualquer forma, o primeiro jogo a realmente popularizar o estilo foi Wolfenstein 3D da id Software (se pronuncia “id” mesmo, não “I-dê” ou “Ai-Di” como muitos pensam), em grande parte devido a revolucionária engine criada pelo gênio John Carmack que fazia com que o jogo rodasse de maneira fluida até em computadores menos potentes (eu rodava no meu PC AT 386 lisinho lisinho).

Wolfenstein 3D nos introduz o protagonista William “B.J.” Blaskowicz (se pronuncia Blaskovitch), um soldado americano de ascendência Polonesa, que deve fugir da fortaleza alemã conhecida como “Castle Wolfenstein“. Para isso, Blaskowicz precisa enfrentar o exército nazista e suas experiências bizarras, como soldados robôs e até um Hitler-Ciborgue!

Sim, um Hitler Ciborgue!

Quase dez anos depois de Wolf3D, surgiu o jogo Return to Castle Wolfenstein, com excelentes gráficos (ele foi construido em cima da Engine de Quake 3 Arena) e meio que recontava a história de Blaskowicz, que deve se infiltrar no exército alemão para obter informações sobre a divisão Paranormal da SS chefiada pelo histórico líder nazista Heirich Himmler. Diferente dos jogos mais antigos, Return to Castle Wolfenstein conta com cenários externos, fugindo do ambiente claustrofóbico tradicional de Wolfenstein.

O último jogo da série foi entitulado apenas “Wolfenstein” e foi lançado para PS3, XBOX 360 e PC em uma co-produção entre id Software e Raven Software (de Heretic e Hexen dentre outros). Falemos dele.

Ambientação

A história se passa na fictícia cidade alemã de Isenstadt em 1943, alguns meses após os eventos ocorridos em Return to Castle Wolfenstein.

Em Wolfenstein o jogador assume novamente o papel do (agora capitão) Agente “B.J.” Blaskovicz em sua incessante luta para frear os avanços das divisões sobrenaturais Nazistas. Neste jogo, o infame exército alemão está atrás de cristais Nachtsonne, necessários para acessar a Black Sun Dimension e garantir aos nazistas poderes para ganhar a Segunda Guerra Mundial. Durante o jogo, Blaskovicz conhece diferentes facções que auxiliam na luta contra o exército alemão.

Além das armas de fogo, BJ conta com poderes sobrenaturais graças ao Medalhão Thule, uma senhora arma para enfrentar os inimigos nem um pouco convencionais neste fantasioso jogo de guerra.

Gameplay

Wolfenstein é em um primeiro momento um jogo de tiro clássico. Ele foge desse novo modelo visto nos modos “campanha” de Call of Duty e Battlefield de FPS “sobre trilhos” (ou seja, o jogador não tem como escolher muito para onde ir –  deve seguir exatamente o caminho proposto pelo jogo).  Além disso, ao voltar em uma mesma região depois de algum tempo, os inimigos encontrados serão diferentes. Isso dá uma sensação de dinamismo muito legal para o game, diferente do que vem acontecendo nos últimos FPSs.

Além de metralhadoras e rifles, o jogador conta também com armas mais experimentais como um canhão de partículas e um outro elétrico. As armas podem ser modificadas conforme se avança no jogo (e se obtém documentos de inteligência alemã) melhorando aspectos como dano e a quantidade de munição que se pode carregar.

A exemplo do aclamado Bioshock, em Wolfenstein o jogador conta com poderes interessantes além dos elementos de shooter típico, como um escudo a prova de balas, super velocidade e maior dano para suas armas.  Os poderes são obtidos gradualmente e são cada vez mais necessários, uma vez que à medida que o jogo vai avançando, os inimigos econtrados no caminho vão ficando cada vez mais difíceis.

Apresentação

Os gráficos do jogo não são nenhum espetáculo quando comparados a outros jogos da mesma época. Os modelos de personagens, principalmente os aliados de B.J., são bem toscos e me arrisco até a dizer mal-feitos. Os inimigos até convencem, uma vez que estão mais em movimento e as imperfeições acabam não sendo notados em seus mínimos detalhes. Os cenários são bem feitos, com riqueza de detalhes e uma variação interessante de ambientes – fazenda, cavernas, igrejas, esgotos, fábricas.

O som segue uma linha segura de trilha sonora de filmes e jogos de guerra, com variações mais sinistras em momentos que pedem mais suspense (por exemplo a fase do hospital onde alguns inimigos invisíveis podem atacar a qualquer momento).

As dublagens são até que bem feitas, mas americanos falando com um sotaque alemão forçado é algo que me incomoda um pouco – às vezes tenho a clara sensação de estar vendo alguma novela italiana da Globo, com aquele povo forçando um sotaque macarrônico ridículo. Mas eu acho que não daria para ser muito diferente: talvez dublagens em alemão com legendas em inglês dessem um tom sério ao jogo que não encaixaria em seu contexto.

Considerações Finais

Wolfenstein ganhou notas variando entre 7 e 8  (de 0 a 10) na maior parte das avaliações por que passou e eu acho que são notas que fazem jus a ele. Tive a sorte de pagar um preço baixíssimo nesse jogo. Confesso que se tivesse que pagar seu preço cheio (aproximadamente R$100,00) talvez nunca o tivesse jogado.

game foi uma grata surpresa e é bem divertido, desde que você saiba como encará-lo. É óbvio desde o começo que Wolfenstein não se leva tão a sério como outros shooters mais modernos, com compromissos reais de representar a história tomando liberdades artísticas muito restritas para que aquilo tudo soe plausível.

Hoje em dia pouca coisa pode ser assassinada num game de forma realista sem despertar o ódio da comunidade mundial. Fora alienígenas e zumbis, uma das coisas que podemos matar sem sentimento de culpa (ou medo de o jogo ser censurado, melhor dizendo) são nazistas (isso, é claro, se você não morar na Alemanha). Então, prepare seu medalhão e seu canhão de partículas e mande ver!

Links

Wolfenstein está disponível para PC, XBOX 360 e PS3 (que é a versão que eu joguei para fazer este Post).

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Kenseiden – Samurais e Demônios num Clássico da Sega

O Master System foi sem sombra de dúvidas um dos meus consoles mais queridos. A Tec Toy fez um trabalho louvável com o console da Sega no Brasil, popularizando a cultura de video games de uma maneira pouco vista na época do Atari, com propagandas em revistas e televisão, serviço de suporte via telefone (Hot Line! Lembro de ter ligado lá pra pegar o password do horrível Alex Kidd in High Tech World – desculpas antecipadas aos que gostam deste jogo) e até o Sega Club (do qual eu tinha a carteirinha, ainda que nunca tenha usado pra nada). Os tempos eram outros: eu particularmente não lembro de ter visto qualquer jogo pirata de Master System – se queriamos experimentar jogos novos, alugávamos. Aliás, bons tempos de aluguel de jogos – passar na locadora e conversar com um bando de malucos que gostavam das mesmas coisas que você, experimentar jogos que você não compraria hoje nem piratas, ficar na fila para conseguir alugar os Block Busters… A locadora era “uma arma mais elegante para tempos mais civilizados”, como diria um antigo mestre Jedi.

Dentre meus jogos preferidos de Master System, um que nunca falta nas minhas listas é Kenseiden (que pode ser traduzido como “A Lenda da Espada Sagrada” ou “A Conjuração da Espada Sagrada” se você quiser algo mais épico), de 1988. Nunca tive Kenseiden, mas me arrisco a dizer que eu fiquei mais com o cartucho que o meu vizinho que o comprou (abraço Thiago!).

Ambientação

Kenseiden se passa no Japão na época dos Samurais (século XVI). O jogador assume o papel de Hayato, um Samurai que possui sangue de Dragão correndo por suas veias, e deve recuperar cinco pergaminhos lendários e a espada do Senhor Dragão. Para isso deve enfrentar demônios e espíritos do folclore japonês através dos estágios que percorrem as antigas províncias japonesas.

Gameplay

Kenseiden é um jogo de plataforma que remete um pouco aos games da série Castlevania da Konami – obstáculos e inimigos que tentam te derrubar em buracos, cenários mais sinistros e inimigos com padrões de movimentação diversificados, exigindo estratégias diferentes para serem derrotados.

A movimentação é tão fluida quanto a dos melhores jogos desta plataforma. Não seria exagero dizer que a jogabilidade de Kenseiden é bastante fluida, desde que situada no contexto do Master System.

As fases, embora sejam de maneira geral curtas, oferecem bastante desafio. Cada pulo deve ser bem estudado antes de executado (sobretudo nas fases de cachoeira, onde uma infinidade de pedregulhos ficam caindo do céu, enquanto inimigos camuflados na água tentam te pegar de surpresa).

Os mestres, ainda que sejam poucos (6), podem ser bem chatinhos de matar, e o estudo dos seus padrões de movimentação é obrigatório para conseguir chegar ao fim do jogo. A cada mestre derrotado, Hayato ganha um novo poder, que varia desde pulo mais alto até variações dos golpes da Katana.

Ambientação

Diferentemente da maior parte de outros jogos da mesma época, Kenseiden é bastante sombrio, evitando muito cair em designs mais caricatos para inimigos e cenários. É possível ver referências claríssimas à cultura oriental em todos os cantos, seja pela arquitetura, seja pelos Budas gigantes e principalmente nos Bosses. Se Kenseiden não prima por riqueza de detalhes nos cenários, também não peca por poluição visual, trazendo informação desnecessária na tela.

As músicas, ainda que poucas, são todas muito boas. A temática oriental foi respeitada também nas canções do jogo, mescladas com uma game-music rápida e tensa, que dita o ritmo do jogo. Não se sinta mal se depois de jogar meia hora de Kenseiden você ficar com as músicas da primeira e segunda fases na cabeça.

Considerações Finais

Embora haja relativamente pouco o que se falar sobre Kenseiden, esse jogo merece muito ser relembrado – principalmente quando se estiver falando em Master System e, por quê não, retro-gaming de maneira geral. Ainda que a Sega nunca mais tenha tocado no universo de Kenseiden, não é incomum ver fãs de Master System reclamando a ausência de uma continuação para esse clássico da geração 8 bits.

Colocando os pés no chão, Kenseiden é um jogo que deve manter o apelo mais para quem o jogou na época do Master System que para alguém que o conheceu agora (diferente de jogos atemporais como Super Mario Bros. ou Sonic). Mas de qualquer forma é um jogo obrigatório para quem se interessa pela história dos games e o 8 bits da Sega.

Kenseiden é um jogo da Sega exclusivo para o Master System. Se você tem um abaixo assinado pedindo pra Sega fazer uma continuação de Kenseiden, me avisa que eu assino.

Super Meat Boy – Simples, porém Complicado

Eu costumo dizer que essa nova geração, além de trazer gráficos ultra-realistas e interatividade online num nível nunca antes visto, serviu para uma volta mais que merecida dos jogos 2d. Depois da geração 16 bits (Mega Drive e Super Nintendo), os jogos 2d foram jogados cada vez mais para escanteio, sendo aproveitados praticamente só em jogos de luta (principalmente os da série King of Fighters) .

Eu não sei dizer ao certo o que contribuiu com a volta dos jogos 2d: o sucesso de plataformas móveis como o DS e o iPhone, a explosão do surgimento de desenvolvedores independentes ou simplesmente aquele lance das tendências de moda que voltam de tempos em tempos. Bem, não importa; fato é que das cabeças desses desenvolvedores independentes surgiram pérolas como Braid, World of Goo e o viciante e ultra difícil Super Meat Boy.

Super Meat Boy (desenvolvido pela Team Meat, 2010 para PC e XBOX Live Arcade) é uma versão revisada e ampliada de Meat Boy de 2008.

Só falando um pouco de Meat Boy, ele é um jogo em Flash de plataforma que aos poucos foi conquistando mais e mais fãs. É incrível pensar que um joguinho tão bem feito tenha sido desenvolvido por apenas duas pessoas (Edmund McMillen e Johnathan McEntee). Meat Boy foi inicialmente disponibilizado no site Newgrounds, um verdadeiro sugador de produtividade (se você acessá-lo do seu trabalho), que sempre trouxe excelentes jogos casuais em Flash.

Enfim, falemos de Super Meat Boy

Ambientação

A história de Super Meat Boy é bem simples: Meat Boy e sua namorada Bandage Girl (algo como “a Garota Curativo/Band-Aid”, em tradução livre) se amavam e viviam felizes… Mas o maligno Dr. Fetus (um feto numa armadura robótica), que não tem nenhum amigo e portanto é um ser muito infeliz, sequestra Bandage Girl. Como em 99% dos clássicos jogos de plataforma, o objetivo de Meat Boy é derrotar Dr. Fetus e salvar sua amada.

Gameplay


Super Meat Boy é um jogo de plataforma com uma mecânica bem simples: Meat Boy somente corre e pula. Mas o fato da mecânica do jogo ser simples não quer dizer que ele seja fácil. Ele não é. E digo mais, se você jogar Super Meat Boy você vai morrer mais de uma vez. Você vai morrer mais de 50 vezes e, sem exagero nenhum, posso falar que você vai morrer mais de 200 vezes.

Em Super Meat Boy, praticamente tudo mata o nosso simpático herói de carne: serras, pilhas de lixo hospitalar, montanhas de sal, etc. Apesar de o jogo contar com vidas infinitas (salvo algumas exceções comentadas mais adiante), as fases não têm checkpoint, ou seja: Se você morre numa fase, volta para o começo dela. E a graça é justamente essa: ele é um jogo tão desafiador, com fases tão difíceis, que incentivam você a tentar de novo e de novo até conseguir passar da fase que está jogando. E para premiar o seu esforço, ao término de cada fase rola um replay com todas as suas mortes, rolando em paralelo como se fossem vários Meat Boys fazendo a fase ao mesmo tempo.

Claro, se toda essa dificuldade não for suficiente pra você, ainda há o modo “Dark World” das fases, onde a dificuldade é aumentada ainda mais.

Uma das coisas mais legais de Super Meat Boy são as Warp Zones: ao entrar nelas, o jogador é transportado para fases com referências diretas a plataformas retrô, com gráficos mais simplificados e música em chiptune no melhor estilo NES. E é claro, se é para replicar o feeling dos jogos antigos, por quê não limitar as vidas do jogador, só pra tornar a parada toda mais divertida, heim?

Super Meat Boy conta ainda com personagens desbloqueáveis, que são obtidos ou por pegar uma certa quantidade de “band-aids” nas fases ou por passar as fases bonus dos Warp-Zones. E esses personagens secretos são um destaque a parte, pois vêm de outros jogos (em sua maioria independentes). Destaques para Tim (de Braid, exclusivo da versão de X BOX 360), Head Crab (de Half Life, só na versão de PC), a Goo Ball (do World of Goo, também exclusivo da versão de PC), Pink Knight (de Castle Crashers, exclusivo para o X BOX) e The Kid (de I Wanna Be The Guy, um joguinho de PC praticamente impossível de terminar).

Apresentação

Os gráficos de Super Meat Boy são na medida certa para o que ele propõe. São gráficos 2d, bem com aquela cara de animação frenética em Flash, com gráficos simples, coloridos e, de certa forma, toscos. Animações rápidas e muito, muito sangue. Os efeitos de iluminação são bem interessantes, principalmente quando determinada plataforma se quebra e a luz começa a “vazar” por ela.

Super Meat Boy traz animações divertidas no início de cada capítulo, que fazem referência a clássicos do mundo dos games, como Street Fighter 2, Mega Man 2 e Castlevania. Além dessas animações, as que são apresentadas no final de cada capítulo também são bem engraçadas, lembrando o humor negro aliado ao “fofo” dos clássicos desenhos “Happy Tree Friends”

A trilha sonora criada por Danny Baranowsky (com sua empresa dB Soundworks) merece uma atenção especial. Acho que desde Mega Man 2 não ouvia algo tão bom em um jogo – sério! As músicas misturam Drum n’ Bass, Heavy Metal, Dance, Música Clássica (daquelas bem de filmes Hollywoodianos), e Techno, num ritmo louco! Músicas muito boas para ouvir enquanto trabalho ou dirijo – aliás, as músicas de Super Meat Boy já estão no meu pen drive há mais de 3 meses – ouço quase todo dia e não consigo enjoar.

Foi a primeira vez na minha vida que gastei dinheiro comprando a trilha sonora de um jogo e valeu bem a pena – $ 3,99 por todas as músicas do jogo, mais algumas versões remixadas muito boas. Recomendo.

Considerações Finais

Super Meat Boy é um dos maiores representantes da nova (e excelente) safra de jogos independentes que está dando um ar diferente para essa nova geração. É um jogo de plataforma com mecânica simples, porém extremamente difícil, recomendado principalmente para aquele pessoal que gostava de terminar o Super Mario World com 100% das fases completas, ou que passava horas jogando Kid Chameleon no Mega Drive só pra terminar sem pegar nenhum Warp-Zone.

Links

Super Meat Boy é um jogo da Team Meat, disponível via download na XBOX Live Arcade e no Steam (para PC). Maldita Sony que não deu atenção pra Team Meat quando eles levaram o jogo para apresentar.